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Refit Náutico 2026: o que o mercado espera dos revestimentos | Coninco

Refit Náutico 2026: o que o mercado espera dos revestimentos

São Paulo Boat Show 2026 - embarcações de luxo em exposição
São Paulo Boat Show 2026 — Foto: Victor Santos / Revista Náutica
Publicado em: 25 de setembro de 2026 | Atualizado em: 25 de setembro de 2026 | Tempo de leitura: 7 minutos | Refit Revestimentos Alto padrão | Por: Raymond Grantham

O São Paulo Boat Show 2026 termina neste fim de semana, e uma coisa ficou clara: o mercado náutico brasileiro não quer mais só comprar barco — quer conservar, reformar e prolongar a vida útil do que já tem.

A própria Revista Náutica publicou, dois dias antes da abertura, que o evento vai além da venda de embarcações e inclui conservação, acabamento, proteção e modernização. O texto é explícito: "casco, pintura, metais, decks e revestimentos ficam sujeitos ao desgaste provocado pelo uso e pela exposição ao ambiente náutico".

É exatamente aí que o portfólio de alto padrão da Coninco se conecta ao que o mercado está pedindo.

O que o Boat Show revelou sobre o mercado de refit

1. Os barcos estão maiores — e mais luxuosos

A edição de 2026 reuniu mais de 170 embarcações e movimentou cerca de R$ 550 milhões em negócios. Entre as marcas de peso que trouxeram seus modelos estão nomes como:

Azimut Schaefer Yachts Intermarine NX Boats De Antonio Pelicanno Ventura

A Azimut apostou na Fly 58, puro "quiet luxury" — conceito que prioriza luxo discreto, durabilidade e qualidade técnica em vez de ostentação. Já a Schaefer Yachts apresentou sete modelos, incluindo os iates Schaefer 660 e 600, além das lanchas V34, V44, 380, 450 e 510 GT. A Intermarine trouxe o 25M, um dos maiores iates do salão.

Essas embarcações — que podem custar milhões — não são feitas para durar uma temporada. São projetos de longo prazo, que exigem manutenção preventiva e revestimentos de alta performance para manter o valor de revenda.

2. O refit virou indústria

A Revista Náutica destacou que o Boat Show deixou de ser apenas uma vitrine de lançamentos e passou a incluir empresas de tintas, revestimentos, decks e equipamentos — todas mostrando "um mercado que também movimenta serviços de conservação, reforma e modernização". É a confirmação de que o refit deixou de ser manutenção amadora e se tornou uma indústria de engenharia.

Para a Coninco, isso muda a pergunta. O dono de uma Azimut ou Schaefer não está perguntando "qual tinta é mais barata?". Está perguntando "qual sistema de revestimento mantém o valor do meu patrimônio?"

O que isso significa na prática

Refit de qualidade exige sistema completo — não só uma tinta nova por cima de uma base comprometida. Cada parte da embarcação tem uma necessidade específica, e cada uma responde a um produto diferente do portfólio.

Casco submerso: a disputa pela durabilidade

O mercado de alto padrão quer ficar mais tempo na água e menos tempo no estaleiro. A linha Acquamarine responde com duas abordagens:

Acquamarine Duos — bicomponente, autopolimento, até 36 meses de proteção. É a única antiincrustante do mercado brasileiro com biocidas inéditos, validada em casos reais como o Veleiro Atrevida, que ficou 3 anos imerso em Ilhabela e voltou com proteção residual.

Acquamarine Premium — monocomponente, até 18 meses. Equilíbrio entre qualidade e custo-benefício para lanchas e veleiros de uso regular.

Todas atendem à NORMAM 23 e IMO — requisito obrigatório para embarcações em águas brasileiras.

Obras mortas: estética e durabilidade juntas

O mercado de alto padrão quer cor exclusiva e brilho que dure anos. A linha Conthane Yacht Finish responde com duas tecnologias:

Conthane DDN — poliuretano alifático com resinas aeronáuticas (Desmodur/Desmophen). Dispensa polimento: o brilho gloss vem direto da aplicação. Mais de 1.000 cores, incluindo personalizadas. Resistência UV de até 20 anos — o mesmo padrão de acabamento usado em jatos executivos.

Conthane ACR — poliuretano acrílico com secagem ultrarrápida (5 a 10 minutos entre demãos). Permite 3 demãos no mesmo dia. Exige polimento final para alto brilho. É a escolha de quem precisa de agilidade na temporada.

Madeira e estrutura: a engenharia da colagem

Barcos de madeira — escunas, saveiros, veleiros clássicos — exigem adesivos e resinas específicos. A linha Condite cobre todo o ciclo:

Condite 510 Gel — adesivo de alta viscosidade que não escorre. É a escolha número um para colar teca em deck de fibra de vidro, garantindo união forte e durável mesmo em superfícies verticais.

Condite 510 Impregnante — resina de baixa viscosidade para o sistema MLSE (Madeira Laminada Saturada com Epóxi). Penetra nas fibras, cria barreira contra umidade e prepara a madeira para laminação.

Condite 450 — o único adesivo do mercado brasileiro que cura em madeira úmida. Para reparos emergenciais na temporada, sem esperar a secagem completa.

Massas e nivelamento: a base do acabamento perfeito

Um casco nivelado é a base de qualquer pintura de alto padrão. A Massa Microball é epóxi de baixa densidade, com alta aderência e resistência ao impacto. Sua flexibilidade permite acompanhar a dilatação do casco sem trincar.

Antiosmose: prevenção que vale mais que o reparo

O Gelbarrier é um gel epóxi 100% impermeável à água doce e salgada, com tecnologia exclusiva de micro lâminas de alumínio que criam um labirinto contra a umidade. Aplicado em 3 camadas (verde, azul, verde), com intervalo de 1 hora.

Preparação de superfície: a fundação do sistema

Nenhum revestimento de alto padrão adere sem a preparação correta. A linha Condur cobre cada tipo de substrato:

Condur SP 350 — primer epóxi de alta aderência para fibra, alumínio e fibraepóxi. Aplicação imediata após lixamento.

Conzinc 5 — primer de etil silicato de zinco para cascos de aço jateados em SA 2½. Proteção catódica por ânodo de sacrifício. Demão única.

O que os profissionais do setor estão buscando

Um dado do mercado náutico brasileiro reforça essa demanda: falta mão de obra qualificada em áreas como laminação, reparos estruturais e capotaria. O setor cresce, mas a formação de profissionais não acompanha o ritmo.

Isso significa que quem sabe aplicar revestimento de alta performance tem vantagem competitiva. E quem escolhe o produto certo para cada situação — madeira úmida, casco de aço, deck de teca, tanque de água potável — entrega um refit que dura, não um remendo que volta em seis meses.

O Boat Show mostrou que o mercado está maduro

Não se trata mais só de vender barco, mas de manter, conservar e valorizar o que já existe. E conservar bem significa escolher o revestimento certo para cada parte da embarcação.

Se você está planejando um refit ou manutenção para a próxima temporada, a engenharia da Coninco pode ajudar a especificar o sistema ideal para o seu barco.

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Créditos da imagem de destaque:
Foto: Victor Santos / Revista Náutica — São Paulo Boat Show 2026
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